O custo da cesta básica caiu em
fevereiro em 12 das 17 capitais brasileiras analisadas na Pesquisa Nacional da
Cesta Básica de Alimentos, feita mensalmente pelo Departamento Intersindical de
Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Nas demais cinco capitais, o
preço da cesta aumentou.
As maiores reduções foram
registradas em Campo Grande (-4,67%), Brasília (-3,72%), Belo Horizonte
(-3,16%), Vitória (-2,46%) e Goiânia (-2,45%).
Já a capital onde ocorreu a maior
alta no mês foi João Pessoa (2,69%), seguida por Curitiba (2,33%), Natal
(2,19%), Belém (1,11%) e Porto Alegre (1,03%).
A cesta básica mais cara do país
é a de Florianópolis, com custo médio de R$ 639,81. A mais barata é a de
Aracaju, com custo médio de R$ 445,90.
Com base na cesta mais cara, a de
Florianópolis, o Dieese estimou que o salário mínimo necessário para suprir as
despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde,
educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência seria de R$
5.375,05, o que corresponde a 4,89 vezes o salário mínimo vigente, de R$ 1.100.