A vida nos apresenta uma diversidade de
momentos e entendê-los corretamente, nos fará avançar ou retroceder. Temos
vivido dias onde uma mesma informação desencadeia um leque de interpretações e
fomos surpreendidos com uma repentina alteração da nossa rotina. Diante disso,
é necessário que tenhamos equilÃbrio para não interpretarmos tudo como ameaça,
pois nos momentos de maiores adversidades podemos nos encontrar com as
oportunidades mais especiais de nossa vida.
As Escrituras Sagradas têm como registro a
história de Noé, um homem que direcionado por Deus foi inspirado a ir na contramão
do sistema. Seguindo criteriosas instruções de Deus, construiu uma arca para
abrigar ele, a famÃlia e um casal de cada animal, para protege-los de um
dilúvio, num tempo em que chuva ainda não havia se visto.
O fato é que o dilúvio realmente aconteceu e
Noé fez exatamente tudo o que Deus o instruiu e parecido com esse tempo que
temos enfrentado, a proteção estava em permanecer dentro da arca. Mas, na arca
havia porta e janelas.
Sobre isso é que desejo fixar nossa atenção.
Pra que servem as janelas? Para luz entrar,
para nós olharmos pra fora.
E as portas? Para sairmos de um ambiente e
entrar em outro.
Entender sobre isso, nos ajuda a perceber qual
deve ser nossa atitude em cada momento da vida.
Vamos interpretar JANELAS como REVELAÇÃO e
PORTA como MUDANÇA/OPORTUNIDADE.
Se pensarmos em NOÉ, a porta da arca foi
fechada e aberta por Deus, mas para NOÉ identificar o momento em que a porta se
abriria ele teve que olhar pela JANELA.
Em nossa vida, há momentos que ficamos olhando
apenas para a porta que está fechada, mas se entendermos que nosso olhar deve
estar nas janelas, ou seja, na luz, na inspiração, na ideia de um novo dia, podemos receber o
discernimento sobre o momento em que a porta será aberta, ou seja, em que a
mudança acontecerá e a oportunidade estará à disposição. Não ignorando o fato de que no caso da arca,
e não diferentemente em nossa vida, Deus é quem pode nos abrir as melhores
portas e também fechar aquelas nas quais não devemos passar mais.